O analista do Bank of America, Vivek Arya, argumentou em 18 de agosto que NVIDIA negocia com desconto de 34–50% para seu valor intrínseco de fluxo de caixa livre, apesar do dominante mercado de capitais de $5+ trilhões da ação. A análise de partes da soma do banco aplica uma valuação base ao fluxo de caixa livre retornado aos acionistas (recompras e dividendos) enquanto desconta o restante comprometido a investimentos de ecossistema (~$70 bilhões, incluindo $30 bilhões para OpenAI). O resultado: BofA vê NVIDIA em 18–15x EV/FCF forward para 2027–2028, versus seu múltiplo de pares blended de 36–22,5x, rendendo desconto de 50–34%.
O alvo de preço de $350 do banco (de atual ~$219) implica upside de 59% e assume que NVIDIA pode gerar $470 bilhões em fluxo de caixa livre em 2026–2027 enquanto mantém margens brutas na faixa de mid-70% apesar dos custos crescentes de HBM4. BofA descarta preocupações sobre financiamento de fornecedor e competição de chip customizado, argumentando que o poder de preços de NVIDIA compensará headwinds de custo de memória. A empresa reiteirou sua classificação Buy antes dos ganhos de NVIDIA em 26 de agosto, observando que o P/E forward de 16x representa um mínimo de sete anos para uma empresa que cresce ganhos por ação de ~$3 em 2025 para ~$6,63 até 2027.
Para times de infraestrutura de IA, a tese BofA depende de poder de preço e moat CUDA contínuo enquanto clusters escalam. A narrativa de desconto depende de aceitar que hiperscalers não reprocedarão em queda apesar da competição de silício customizado e custos de memória—uma aposta que BofA resspalda com participação de capex de IA de NVIDIA esperada em 65–70% até 2030. Investidores testarão esta tese contra os resultados de NVIDIA em 26 de agosto, onde orientação, orientação de margem e comentário sobre restrições de exportação para China poderiam mudar o cálculo de risco do mercado.