Kraken Technology torna-se unicornio europeu de defesa marítima—$175M Série B de NATO, investidores de defesa
Kraken Technology Group, uma fabricante britânica de veíscel de superfície autônoma, fechou uma Série B de $175 milhões em 9 de julho de 2026, com uma avaliação de $1 bilhão, juntando-se à coorte crescente de unicornios de tecnologia de defesa europeia. A rodada foi liderada pela Digital Transformation Capital Partners e incluiu apoio do NATO Innovation Fund, Rheinmetall, British Business Bank ($27M) e VCs incluindo Thesiger Capital Group, BOKA Capital e Hakluyt Capital.
O financiamento acelera a escala de manufatura e expansão global de Kraken. Em menos de um ano, Kraken garantiu contratos do UK Ministry of Defence, parceiros europeus da NATO e USSOCOM (uma OTA de $49 milhões em novembro de 2025). As plataformas da empresa agora são implantadas operacionalmente em múltiplos conflitos em andamento. Kraken faz parceria com fabricantes estabelecidos: Rheinmetall (produção em série de K3 Scout em Blohm+Voss Hamburg), Anduril Industries (produção de K5 Kraken e K7 Sabre nos EUA) e Davie Shipbuilding da Inocea no Canadá. Cada facilidade pode produzir até 1.000 unidades anualmente.
K3 Scout de Kraken é um veículo de superfície não-tripulado testado em batalha em águas costeiras contestadas para ISTAR e proteção de força. K5 Kraken e K7 Sabre lidam com missões de risco mais alto. Ao contrário do concorrente Saronic (avaliado em $9,25 bilhões em Série D de $1,75 bilhão), Kraken usa um modelo de manufatura de parceria em vez de possuir estaleiros, reduzindo intensidade de capital enquanto aproveita os fornecedores confiáveis da NATO.
Para investidores e governos aliados, a avaliação reflete demanda estrutural por capacidades marítimas autônomas padronizadas pela NATO em escala. Tensão geopolitíca, orçamentos marítimos reduzidos e deploy operacional criam necessidades de procurement urgentes. O próximo estágio de Kraken visa Oriente Médio e Índia-Pacífíco, estendendo acesso a veíscel de superfície autônoma aliada à NATO além de deployments focados em Atlântico. A rodada demonstra apetite forte por pure-plays de tecnologia de defesa europeia com credenciais de contrato de defesa e operacional provadas.